Vereador cobra retomada de obras do Hospital Regional da Mulher

"Um equipamento dessa envergadura precisa ser entregue à população de Mossoró e região", destacou Rondinelli Carlos. 

Foto: Edilberto Barros/CMM
Foto: Edilberto Barros/CMM

O vereador Rondinelli Carlos (PL) cobrou, durante pronunciamento na sessão ordinária desta quarta-feira, 5, na Câmara de Mossoró, a retomada das obras do Hospital Regional da Mulher, unidade de saúde que está sendo erguida em terreno no campus central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). As obras, conforme noticiado pela imprensa local, estão paralisadas há cerca de um ano.

"Um equipamento dessa envergadura precisa ser entregue à população de Mossoró e região. O Hospital foi viabilizado através do projeto RN Sustentável, na gestão da então governadora Rosalba Ciarlini. As obras começaram na gestão seguinte, de Robinson Faria, e agora, no Governo Fátima Bezerra, os serviços estão parados, sendo que os recursos estão assegurados, garantidos pelo Banco Mundial", pontuou o parlamentar.

Ainda segundo Rondinelli, esse pleito também precisa ser repercutido na Assembleia Legislativa do RN. "Precisamos fazer chegar à Assembleia esse pedido de socorro, para que as obras sejam retomadas. Não temos escutado vozes defendendo esse pleito na Assembleia. Pedimos união neste momento, para que a partir de agora essa seja uma cobrança diária, de todos que compõem a Câmara Municipal. O Hospital não pode ficar parado. O Governo precisa resolver os problemas que ali existem", reforçou.

O parlamentar complementou que, se estivesse em funcionamento, o Hospital da Mulher ajudaria a desafogar a rede de saúde nesse momento de pandemia. A previsão de entrega da unidade era julho de 2019.

HRTM

Também no pronunciamento desta quarta, 5, Rondinelli Carlos reforçou apelo para que o Governo do Estado regularize a situação enfrentada pelo Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), que possui hoje cerca de 25% dos leitos para Covid-19 bloqueados por falta de recursos humanos.

"É inadmissível. O Governo não está cumprindo com o seu papel. Lembramos ainda que a estrutura física desses leitos foi edificada a partir da junção de forças da sociedade civil organizada, já que o Estado também não cumpriu com o seu dever nessa construção. Com a pandemia, é urgente que todos os leitos estejam em funcionamento", concluiu.